Te Odeio .

Posted: sexta-feira, 30 de abril de 2010 by Arthur Alves in
0

Só o título dessa vez é ruim, e gramaticamente incorreto, segundo o Word.

Dia inconveniente pra resolver escrever, vide rodapé.

Aliás, hoje é sábado. Talvez hoje haja mais do que uma simples noite.

Festa sim é uma coisa da qual eu não estou mais acostumado, muitas coisas que eu não estou acostumado resolveram acontecer comigo.

Eu to sentindo, ou melhor, prevendo que depois de hoje ainda vão surgir muitos contos de aventuras e só desta vez.

A minha mãe me disse, e é claro, praga de mãe pega.

Nem esperava mais nada depois de uma pequena escapada no início do resto, mas em muito pouco tempo, aconteceram mais coisas do que eu poderia esperar. Até nos mais inacreditáveis devaneios.

Eu fico me perguntando: será que eu já estou querendo ficar afinal? Desisti de tal maneira que estou esquecendo a todos? Eu não gostaria que fosse, mas uma coisa dessas faz a diferença, é a resolução de muitos problemas. E o surgimento do dobro disso.

Ainda tenho aqueles planos de voltar e crescer por lá, mas eles estão cada vez mais fracos.

Não é sobre isso, prefiro não ficar descrente nos meus próprios sonhos.

É sobre uma reviravolta que em tempo recorde já mexeu comigo de um jeito inédito. Não precisa nem pensar muito pra perceber.

Parece que eu não comando a minha vida. Quando pareceu?

Cada vez mais não me acostumo com essa nova vida. Cada vez mais me sinto sozinho aqui, e uma fuga é algo inesperado. Fico longe por pouco tempo e já pensam que devem me controlar. O nó das cordas na marionete já foi dado.

Mas dessa vez diferente das outras vejo um motivo pra não ligar pra isso.

Ela é confusa, diferente de mim, tem medo de se apegar, e agora está se entregando. Eu vejo problemas futuros com certeza, tudo vai rápido demais, mas eu não me importo.

Até agora é tão intenso que não consigo escrever nada se não os fatos. Minha mente não quer brincar, lembranças é o que são ditas.

Preciso mais do que nunca de amigos, mas não quero me afastar dela.

É uma nova personagem, que chegou rápido demais e se infiltrou de um jeito estranho demais.

Meu corpo tem sede de mais, é uma coisa que ainda não havia acontecido.

Não quero colocar a cabeça na frente dos sentimentos, mas eu não sei porque, meus sentimentos estão em segundo plano, pelo menos os sentimentos que qualquer romântico gostaria de sentir. É claro que não sou.

Pode ser esta a resposta que eu estava procurando, a solução mesmo assim tenho medo, mesmo assim me atraio cada vez mais.

O que é isso? Que tipo de sensação é essa? Intensidade galática. Mesmo ela dizendo que me odeia, eu sei que não e é isso que aflige.

Se entregar é a palavra chave?

Intensidade poderia ser o nome dessa parte, mas não, deixa pra próxima. Vai ficar ainda mais.

0 Abraços:

Todo o que disser poderá ser usado contra você, no tribunal. Pratique o Eufemismo