Matemática e como eu vim parar nisso

Posted: segunda-feira, 9 de agosto de 2010 by Arthur Alves in - ,
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Tem coisas que nunca mudam.
A maioria das pessoas encara mudanças como algo ruim e algumas outras ainda acreditam que sempre se muda pra melhor, no entanto, a divagação de hoje é sobre o resto das pessoas que ficam com um ponto de interrogação na cabeça quando pensam no futuro, mudanças na vida e operações logarítmicas.
                Eu digo isso porque eu sou dessa parte que provavelmente ficará careca antes dos trinta de tanto pensar. Ou de pensar pouco, mas mesmo assim ter calvice hereditária.
                Cada dia eu fico mais insuportável do que antes, e se eu estou percebendo isso é porque o bicho tá pegando, digo, passei quase uma semana sem falar nada, fingindo que tava com uma inflamação na garganta. Eu já disse isso?
                Todo mundo que eu conheço, tirando os meus pais, querem que eu volte pra Macapá porque eles sabem que eu não faço idéia do porque eu estou numa situação ferrada de estar longe de casa fazendo um curso escroto só por a universidade ser boa e eu precisar de um diploma.
                Essa história de empurrar com a barriga não vai dar certo sempre, eu sei disso mas eu juro que não pensei que ia chegar a esse ponto.
                Desde lá do começo do ano quando eu passei no vestibular muita coisa mudou radicalmente, mas era previsto, mais ou menos, que eu ia me adaptar e tal e coisa. Então, não rolou. Eu ainda em to em Licenciatura em Matemática mesmo sabendo que professor é a ultima coisa que eu seria. Ou não.
Não é o ponto.
                Eu não sei o que eu quero ser, to me sentindo meio emo.
Eu acho que a idéia de um ser inanimado como amigo é uma boa idéia a essa altura do campeonato. Não confio nas pessoas, de fato.

*Virando a caneca de café, fingindo que é 51*

Eu to meio pra baixo hoje. Por isso esse post pra baixo também.

Quem sabe amanhã né?


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