Posted: quinta-feira, 28 de julho de 2011 by Arthur Alves in - , , ,
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 As cutucadas no Facebook deveriam evoluir com a quantidade de interações feitas. Das primeiras três vezes são cutucadas, depois empurrões e em seguida golpes mais fortes. Posteriormente abririam as opções 'Pedir desculpas' e 'Abraçar'. A reconciliação seria inevitável e todos curtiriam



Ficção cientifica super "original"

Posted: by Arthur Alves in - , , ,
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                Vou falar de filmes de novo. Tudo é assim nas mídias, quando estamos sem pauta, buscamos reciclar ideias que já deram bastante ibope.

                Eu sempre achei que filmes de ficção científica eram filmes que nunca teriam tantos fãs por ter que explicar muita coisa pra muita gente, mas devido á fama repentina da moda NERD, filmes syfi caíram no gosto das massas.
                O problema nisso é a qualidade que também vem caindo drasticamente. Não sou do tipo elitista, mas eu sempre achei que quando uma maioria esmagadora gosta de alguma coisa, essa tal coisa é ruim. Não é uma questão de agradar a todos, mas 80% das pessoas que dizem que gostam de alguma coisa na verdade só ouviram alguém dizer que é bom.
                Pensei nisso quando estava conversando com um amigo sobre Avatar, do Cameron. É obvio que foi um dos melhores filmes do ano, mas em que aspecto? Um filme de uma tecnologia incrível com uma abordagem científica incrível, mas com uma história fraca.
Evolutivamente falando, todos os animais de Pandora tem dois membros superiores, o que consequentemente abrangeria os humanoides Na’vi, por que não? Uma árvore genética diferente? Não com tantas semelhanças entre as espécies. A abordagem científica já perde pontos.
Nesse aspecto o Stitch da Disney tem mais características Pandorianas que o militar, com Avatar de cinco dedos, Jake Sully. O ET destruidor já tem um planeta natal.

E olha só a Na’vi Neytiri tem um ídolo ou melhor, ídala: Pocahontas. Difícil não fazer a relação.
E aí vem, quando eles voltarão a fazer filmes de ET’s convincentes? Aliás, quando um filme de ET foi convincente?

Criticar filmes é com certeza um dos meus passatempos prediletos, e discutir ficção científica também. Sou do tipo que perde o amigo, mas não perde o portal inter-dimensonal na curva do plano temporal.

Eu ainda farei uma lista de filmes bons e ruins que merecem ser assistidos,  a lista dos ‘ver antes de morrer’.
 Esforçarei-me para que vocês discordem.

'Narutização' da humanidade

Posted: domingo, 24 de julho de 2011 by Arthur Alves in - , , , ,
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Tem gente que diz que gosta de quem não tem papas na língua ou que não aceita falsidade. Bobagem. Pra se viver em sociedade é preciso muita falsidade, ou - para despolemizar o resto da teoria – um jogo de cintura com as palavras. Eu mesmo concordo plenamente que existem coisas que geram opiniões instantaneamente obvias, mas saber criticar é uma arte pra poucos.
                Eu sempre me considerei um cara bem extremista, na real é mais uma maneira de tentar se diferencial ou algo assim, mas tá cada vez mais difícil ser extremista. Tudo culpa dos adolescentes na internet.
                Não dá mais pra ficar triste, tem que entrar em depressão, não dá mais pra não gostar de alguma coisa tem que odiar, até o gostar vira amar daqui pra amanhã. E não, não pode guardar isso pra si, tem que compartilhar de uma ou de todas as maneiras possíveis. MUNDO! EU ODEIO AQUELE VESGO DO LUAN SANTANA PQP.
                Agora ser diferente é aceitar tudo com um sorriso, é ser ‘politicamente correto’, e se é minoria, vão detonar a sua vida.
                Tudo é desculpa pra discurso politicamente correto, tem que ser legal, tem que ter cuidado com o que vai falar, não pode piadinha com estupro etc. Na verdade não precisa ser cuidadoso se você está protegido pelo anonimato da internet. No Brasil é assim, se uma faz sucesso vamo afundar! (do notebook do quarto com o copo de leite do lado).
                Tomar as dores, acreditar, levar ao pé da letra tudo o que se diz, é a pior maneira de se encarar uma situação, parece que todo mundo está narutirizando. Sabe? O Naruto (anime uma vez popular na alta cúpula) com o personagem homônimo que resolve todos os problemas gritando e batendo? Inspirou toda essa população internética atual.
                Ouviu um comentário mais irônico, manda matar.

                Aí fica com raivinha, mas posta merda também, se todo mundo odeia tal coisa o errado é não odiar, não importa o que seja.
                Sinceramente eu não ligo pra nada disso só fico incomodado com uma virtude tão legal quanto o extremismo, atitude, força de opnião, ser banalizada com tanta babaquice, não precisa odiar Restart pra ser legal galera.

                Precisavam ter assistido mais Doug na infância pra saber como lidar com uma vida de merda de verdade, precisavam ter assistido mais Mundo de Beakman pra entender o que eu falo, menos Naruto e mais daqueles desenhos estilo manual do Pateta que ensina a não aceitar conselhos de quem manda você assistir tv.

                tô certo.

Sobre o dia do amigo e cocô de cachorro.

Posted: quarta-feira, 20 de julho de 2011 by Arthur Alves in - , , , , , ,
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Hoje é o dia do amigo e ainda assim nada demais.

Eu compartilho da opinião de que não se deve escolher um dia pra demonstrar sentimentos, sobretudo financeiros, em relação a uma pessoa, aquele papo chato de ‘todo dia é dia de tal coisa’ (papo de hippie).
Mas está bem claro pra mim que o dia do amigo está no grupo de datas comemorativas mais difíceis de sobreviver. Veja bem, mãe é mãe, no dia das mães todos felicitam suas mães, no dia dos namorados ou você leva um fora ou você se dá muito bem, mas (tecnicamente) você só consegue um namorado(a). O capitalismo impera em tudo isso aí, mas tem o afeto e outras baboseiras, e o dia do amigo?

Como você sabe pra quem desejar feliz dia do amigo? E se a pessoa que você considera amigo não gosta tanto assim de você? Qual é o grau de relacionamento que mede amizade? Ganha presente dia do amigo?
Eu acho que por medidas de manutenção da saúde psicológica, quem tem essas duvidas deveria dormir o dia todo e desligar o celular. Fechar o olho e esperar o dia acabar com as ondas de felicidades, reais ou não. Não desejar feliz dia do amigo pro porteiro é muito importante também.

Pior do que esperar aquele ‘Feliz dia do amigo’ que não vem é torcer para que ele não venha. Você está enrolado em uma corrente de sentimentos paradoxais em relação a uma pessoa, pode até não saber o que é, mas sabe que as borboletas do estomago vão entrar em combustão se escutarem ‘grande amigo’. Virou amigo já era, sem chance pra nada mais parte pra outra, a vida ensina.

Por isso eu acho que amigo de verdade mesmo só cachorro. Não importa o que aconteça, o quanto você brigue com ele, ou tenha que limpar as merdas que ele faz por aí, uma hora vocês se acertam.
Se você tem um amigo cachorro (animal ou não), é pra essa pessoa que foi feito o dia do amigo, as outras, não me pergunte por que eu também não sei.

vou dormir. 

O Fabuloso Zé

Posted: segunda-feira, 18 de julho de 2011 by Arthur Alves in - , , , ,
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Poucas histórias de vida são tão bem sucedidas e cheias de aventuras como a da geração de hoje, essa nova geração que não conhece disquetes muito menos fitas cassete não tem do que reclamar com uma imensidão de emoções na vida. Ai a vida boa que é viver conectado com os amigos sem sair de casa nunca!
Mas nem tudo é felicidade, outro dia um encontro me fez lembrar de uma triste história, mas com um final feliz, de um velho conhecido, que mostra que mesmo com uma vida ruim no começo tudo ainda pode mudar. Conheça Zézinho:
Zézinho sempre foi bem querido pela mãe, cabelo penteado e cheiro de johnson’s. Praticava os mais variados esportes dos quais, um dos mais perigosos era o xadrez online. O quanto se exaltavam essas pobres crianças internautas!
                O pai, separado da mãe, era um doutor de renome, sem complicações na vida perfeita, deixava toda a infelicidade para o garoto que recebia sua pensão que mal dava pra comprar as novidades anunciadas na tv tão necessárias na vida de todos.
                Ás vezes Zézinho se pegava pensando como era possível que apenas uma geração atrás as pessoas tinham que ir a bibliotecas ou comprar enciclopédias para fazer simples trabalhos escolares que tão cedo estariam na internet tão completos e a um preço tão razoável, pobre vida a deles.
                Falando em escola, Zézinho era um dos melhores da turma! E era incrível a relação afetuosa que a sua mãe tinha com a diretora, Zézinho podia contar até três visitas por semana de sua mãe á escola, mais que qualquer um o garoto se orgulhava.
                Por todas as fases da vida que todos nós passamos ou passaremos, o nosso herói certamente também viveu, da infância conturbada e atormentada pela demora massacrante da adaptação pro cinema deste ou daquele livro adolescente, aos anos horríveis de tortura matemática nos últimos anos da escola, que caiu muito de qualidade desde que os professores voltaram a dar aulas no quadro ao invés de passar os filmes de costume.
                Dias atrás eu encontrei esse grande rapaz, hoje Zé Roberto, 30 anos e um exemplo de vitalidade e amor à vida, passeando com a namorada tão linda no o seu carrão que ganhou depois de ter passado na faculdade, vejam só. E nem é tão cara a mensalidade, dizem.
                Ainda por cima que amor de mãe ainda sustenta o querido filhinho que, depois de tanto, continua com o cheirinho de johnson’s.

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Alex Maleev