Deus, o Multifacetado.

Posted: terça-feira, 30 de agosto de 2011 by Arthur Alves in - , , , , , , , ,
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A fim de acabar com a competição ateístas x teístas, aqui vão novas teorias nas quais acreditar sobre o fim e a criação do mundo como nós conhecemos.

Mandamento XI: Não explicarás piadas referenciais depois da criação do google.



Deus, o Hacker. Massively Multiplayer Online Role-Playing Game.
Deus foi brincar com um joguinho novo de vida artificial, o True Life, e criou um avatar: Jesus, com o qual fazia de tudo pra expandir as possibilidades do jogo, mas não era tão fácil, daí ele se cansou da monotonia e começou a usar diversos cheats ilegais, como não afundar na água e troca de itens menos valiosos por ‘itens star’ (água > vinho) fazendo com que a moderação começasse a persegui-lo, depois de uma denúncia de spam de um dos contatos da sua buddy list, os administradores conseguiram excluir a sua conta, mas Deus conseguiu respawn, deixando todos mais confusos.
 Enfim, Deus cansou do jogo (três dias pra escrever o bug da re-life e hackear no jogo) nunca mais logou o seu personagem e foi cuidar da sua vida. Até hoje ninguém conseguiu uma partida tão legal quanto essa, mas porque agora a moderação está de olho mais aberto e já apagou vários bugs no jogo, não cai mais em bobagens.


Deus, o Cientista. Universos Paralelos são apenas tubos de ensaio diferentes.
Deus estava estudando sobre populações e sua evolução, pra isso testou várias possibilidades em vários tubos de ensaio, o que conhecemos hoje como universos paralelos. Nesse, no qual vivemos, deus colocou apenas a fonte de energia, o habitat, um espécime macho e uma fêmea e deixou crescer por si só.
                Em outros tubos de ensaio deus colocou outras espécies pra conviverem e um dia, se encontrarem e quem sabe competirem por espaço, alimento, energia e lançamentos da EA Games. No nosso universo não existem outras formas de vida, por isso esse era o que Deus mais depositava esperança em sucesso, mas como nós hoje muito bem vemos (e como os filmes do James Cameron muito bem exemplificam), a competição era fundamental para o alcançarmos o ápice da evolução da nossa espécie, detonando os aliens.
                Com base nos dados coletados, a evolução da tecnologia no universo isolado e as inevitáveis miscigenações de raças provocadas por um universo totalmente povoado, Deus foi capaz de criar uma versão 2.0 humanóide, que isolou em uma lamina laboratorial e ganhou o prêmio máximo de ciências da academia do olimpo.
                Assim, satisfeito com a vida, Deus guardou os tubos de ensaio restantes e nunca mais mexeu nisso, afinal, já estava rico mesmo.


Deus, o Destruidor de mundos. E Jesus prateado.
Era mais um dia comum na terra, até que uma luz proveniente dos céus pousou no chão. (dos E.U.A. porque é sempre lá que acontecem essas coisas) era Jesus com umas roupas estranhas e sandálias da humildade. Ele já chegou falando pelos cotovelos, porque esse é o seu estilo. Falou rebuscadamente, com pausas, hipérboles, metáforas e muita 2ª pessoa do plural, algo que pode ser resumido por “Acabou a gracinha, papai tá chegando pra detonar. Quem vem, vem”.
                Com o pânico consequente do seu discurso (uns que ficaram com medo pelo fim do mundo e outros por que não entenderam nada que Jesus falou), ele explicou que era apenas um arauto que vinha anunciar a chegada do irredutível papai.
                Muito havia se falado sobre esse dia, mas, pouco sobre a reação da humanidade perante tal situação. Todos pensaram bem e viram que é inacreditavelmente difícil ir para o paraíso, um tanto quando impossível. Então o que fazer? O que fazemos de melhor, partir pra porrada. Não dá pra se entregar assim tão fácil.
                Então os governantes elegeram um presidente do mundo com uma sede neutra e reuniram um exército das melhores mentes, armas e negros de tapa olho pra lutar contra o fim do mundo. Jesus arranjou uma prancha de surf (finalmente explicando para o mundo o ‘andar sobre as águas’ do passado) e partiu por ai tentando convencer a humanidade que era inútil resistir.
                Jesus, entretanto, conheceu melhor as pessoas (desceu do salto) e resolveu que iria lutar a favor dos humanos contra a tirania de Deus, o sem mãe.
Trincheiras mundiais super mísseis e o poder de ilusão de Jesus foram ao encontro do todo poderoso, a batalha foi intensa e mais uma vez só os E.U.A. foram destruídos, depois de muitas catástrofes, Jesus jogou uma pedrinha no pai que machucou os olhos e pensou, “O que eu estou fazendo? Vou perder o programa da Angélica” (pra quem não sabe esse foi o motivo pra Deus ter parado de criar as coisas no sétimo dia) Daí ele foi embora sussa.
Todos ficaram felizes, fim da história. Sem a pressão do julgamento final, as pessoas que faziam o bem, o faziam por que tinham vontade e não por não querer arder no mármore do inferno, e Jesus, seguiu o sonho de participar do American Idol, alguns diziam que ele era bom, outros, que ele só estava lá porque tinha salvo o mundo, o certo é que ele ganhou disco de platina, fez turnês mundiais por anos e anos e antes de cair no esquecimento, fez o pé de meia aparecendo em um comercial da Gillete raspando a barba e pegando as minas.
                   










Tirinha do Um sábado qualquer, teorias em conjunto com o amigo Luan Callins, o procrastinador.

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