Sobre não atualizar o blog, Giro de notícias e a moda da Insônia

Posted: segunda-feira, 31 de outubro de 2011 by Arthur Alves in - , , , ,
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Todos comemora, volta a coluna menos importante que reclamar da segunda feira e mais atrasada que a morte do Niemeyer. Retornam os textos semanais de segunda, ou mensais no caso.
                Mas, quer saber? Eu não recebo pra isso então, foda-se. Eu escrevo quando eu quiser também. Não obstante eu tenho motivos bem fortes pra curtir essas férias de blog, um deles é que, caso alguém não saiba, nos dois últimos finais de semana eu fiz o enem e uma prova de vestibular, respectivamente. Resumindo: gastei meu cérebro.
                Talvez se o feedback fosse mais interessante eu me esforçaria pra manter o ritmo aqui, tô pensando em mudar o nome do blog pra “0 comentários”, mas sem raivinha, porque eu curto muito meus cinco leitores regulares e as fãs também (só as gatas).
                E o que eu perdi de assunto pra comentar esses últimos dias? Vou fazer aqui um balanço rápido com o ¡¡Totalmente Desnecessário!! (mais uma bobagem que eu inventei pra introduzir o estilo “giro de notícias”).

Mundo: Tá lotado.

Brasil:   Gente o Lula tá com câncer, milhares de brasileiros se preocupam seriamente por terem investido o salário inteiro no bolão dos R.I.P. e terem marcado “Gianechinni”.

EU JÁ SABIA: Vazou o ENEM e estão culpando o nordeste por existir. Este meio de informação tem por obrigação dar uma opinião sobre o assunto polêmico: estão certos os comentários sobre os cabeça chata.

Expofeira: Está sendo um sucesso! (pra quem não sabe, a expofeira agropecuária é um evento de grande porte no estado do Amapá onde os jovens e adultos de baixa renda vão passear pelas vitrines e podem ser comprados pelo rebanho bovino que vêm de vários cantos do Brasil diretamente para o evento).

Egito: Matamos o cara errado, dizem rebeldes sobre a morte de Joel Santana. Khadaffi ainda desaparecido.

E.U.A.: Hoje é HALLOWEEN!! Dia daquelas festas e comemorações que você aprendeu na sessão da tarde. Mas no Brasil, todos festejam o dia do grande herói nacional, o Saci Perêrê (who?).

Amsterdam: Ainda é na Holanda.

Argentina: Não sei de nada lá não galera.
Fim do ¡¡Totalmente Desnecessário!! da semana, voltamos com a nossa programação regular.
               
Enfim, outro motivo bem pertinente pra eu ter deixado de escrever mais aqui é que eu estou fora de moda esses tempos, amigos. É que, pouca gente sabe, mas estamos vivendo a geração insônia. As pessoas costumam definir gerações por uma ideologia ou pelo que passa na TV na época, eu prefiro olhar o comportamento. ~NO MEU TEMPO~, todo mundo se orgulhava por dormir zilhões de horas por dia, tendo como grande ídolo o grande Garfield. Cultura que se fortaleceu na geração cubículos de escritório e “Odeio Segundas-Feiras feelings”.
                Hoje não, dormir é fora de moda, todo mundo tem insônia na internet, é incrível. Se duvidar, conte quantas vezes ouve ou lê a máxima dessa nova década “dormir é para os fracos”. Pobre eu, que decidi dormir e detonei a minha vida (interneticamente falando).
                O problema é que os caras tem uma visão torta de insônia. Ficar acordado até cinco da manhã e acordar no outro dia a uma da tarde não é insônia, isso é ser vagabundo, insônia é outra coisa. Se você for pra escola, vira um zumbi, se for pro trabalho, vira um zumbi mais bem vestido.
                É incrível como o melhor lugar pra dormir é sempre inoportuno. Você está em casa, totalmente cheio de energia, resolve sair e vem aquele sono violento que não se importa muito com os seus objetivos nem com a sua integridade física, você tem que dormir e pronto. É por isso que o melhor lugar pra dormir acaba sendo a sala de aula ou o local de trabalho. No caso, se você for motorista de táxi, carro, caminhão ou ônibus, use o cinto de segurança pra poder dormir etc.
                Eu acho que tem toda uma gama de situações que você pode passar simplesmente dormindo e ficar tudo bem, exemplo: caminhar. Apesar de eu achar que caminhar está na base subterrânea na cadeia alimentar dos esportes e exercícios físicos, é até interessante porque é uma coisa que você pode fazer dormindo sem nenhum problema. Eu mesmo várias vezes já acordei no meio do caminho e parei um pouco pra pensar como eu tinha percorrido os últimos metros. A conclusão é obvia, eu estava dormindo, sonhando e andando.
                Então, da próxima vez que você for fazer algo mecanicamente repetitivo e simples, como andar, lavar a louça, dirigir, cozinhar, cometer um assassinato; o faça dormindo e não tente parecer hipster vomitando em todo mundo a sua insônia e o quanto de café você bebe por dia. Enquanto você não criar uma personalidade alternativa que te ajude a fundar um clube de boxe clandestino, você não aproveita a insônia do jeito certo.

Causa e Consequência

Posted: segunda-feira, 10 de outubro de 2011 by Arthur Alves in - , , ,
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Fanatismo, no sentido literal da palavra, e em qualquer outro sentido, é uma merda.
                O maior problema é que se você tenta argumentar com um fanático, questionando algo sobre o que ele venera, é o mais próximo que você pode chegar de levar um tiro de ak-47. Sempre que eu tento falar pra alguém que a mídia massifica as preferências do povo, os caras argumentam que o que quer que seja é tão bom que as mídias têm obrigação de explorar ao máximo, numa lei de ‘vontade da maioria’.
                Nesse sentido, Justin Bieber esteve em três canais de TV simultaneamente no último domingo porque tem muita gente que gosta dele; Toda quarta-feira e domingo a tarde todos esperam o jogo do Flamengo na Globo, porque a maioria dos brasileiros é flamenguista; O país é laico, mas fala abundantemente sobre catolicismo e visitas do papa são quase feriados porque a maioria da população é cristã.
                Tudo errado, ou ao menos invertido. As pessoas geralmente não conseguem enxergar na mídia o sentido de causa e consequência. Tirando a religião, todo o resto é uma escolha flexível de preferências: time de futebol, estilo musical, ideologia política, etc. Então, uma preferência, pode ser mutável e precisa de reforço positivo para ser definida. Por isso, alguém que goste de jogar tênis de mesa se sentirá desmotivado e possivelmente passará a jogar futebol simplesmente pra ter com quem jogar, já que a mídia cultural diz que futebol é o esporte da nação.
                A grande mídia tem sempre aquele que pode ser chamado de formador de opinião. Geralmente, um ou mais indivíduos dizendo que acha que tal coisa é boa e outra coisa é ruim. Diretamente, como um crítico de cinema dizendo que filmes nacionais só são bons no estilo cinema-favela; ou indiretamente, como um personagem galã de novela bebendo coca-cola.
                A causa da maioria da população ser flamenguista, cristã, beber coca-cola e odiar o Rafinha Bastos, é a mídia explorando tudo isso como um reforço positivo em massa. Um contra-argumento seria que a mídia só explora o que é, ou pode ser, de acordo com a opinião da maioria. Eu digo: infelizmente um povo não tem um juízo definido sobre algo, é absolutamente necessário um conceito externo, os meios de comunicação social pra dizer que o seu vizinho também é flamenguista e que é melhor ser flamenguista que qualquer outro time.
                A TV, o rádio e a internet, formam a sua massa de manipulação os induzem a fechar os olhos e repudiarem um julgamento diferente do seu. Então caros amigos, pensem bem sobre as suas preferências. Elas são ou não uma escolha realmente pessoal?

Uma lógica genial, a mídia fala sobre o que a maioria quer ouvir, sendo que ela própria decidiu o que a maioria tem que querer ouvir.
       




Ghosts

Posted: sábado, 8 de outubro de 2011 by Arthur Alves in -
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Pensa que é fácil sonhar?

Posted: terça-feira, 4 de outubro de 2011 by Arthur Alves in - , , , ,
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Essa última semana eu estive tentando promover um estudo comportamental em mim mesmo, pra ver no que ia dar. Na verdade foi o seguinte, recebi uma proposta de produção textual que falasse sobre sonhos. Não aquilo que você quer muito, como um camaro v8 amarelo ou um robô gigante, mas aquilo que passa pela sua cabeça quando você está dormindo.
                Aí eu tive uma primeira conclusão, que não ia conseguir escrever nada porque simplesmente nunca tenho sonhos. Com certeza eu quero um Autobot só pra mim, mas dormir e sonhar é uma coisa que muito raramente acontece comigo. Pois bem, pra escrever sobre sonhos eu tive que induzir essa experiência em mim mesmo. Fui o meu próprio rato de laboratório.
                Então, mais que uma crônica sobre atividade cerebral não-consciente, esse pode ser um manual de como sonhar, e tal.
                Da última vez que eu sonhei foi tipo ha mil anos e foi sobre jesus. Na verdade eu conversava com o cara, tipo, era o mundo acabando e tal daí eu ia pro inferno, mas antes batia um papo esperto com o filho do dono. Eu até escrevi o sonho porque foi realmente bem interessante, quase uma experiência extracorpórea, mas não vem ao caso já que eu fiz manuscrito e não vou digitar nunca e o desafio era sonhar essa semana de qualquer jeito e falar sobre.
                  Primeiro tentei dormir menos tempo possível, assim ficaria muito cansado e quando eu fosse dormir finalmente, seria um sono profundo e haveria a possibilidade de sonhar. Não deu certo. O máximo que eu consegui foram pensamentos no escuro, uma recapitulada rápida do dia e logo depois já acordava como se ainda estivesse tentando dormir no dia anterior. Assim, os pensamentos apenas continuam e você só parece mais cansado.
                A neurociência diz que os sonhos são uma simulação do futuro possível com base no passado conhecido, durante o sono de ondas lentas não há sonhos, quando as memórias começam a interagir e a atividade neural aumenta é que coisa engrena. Nos sonhos, as pessoas realizam o que potencialmente são capazes, ou gostariam de ser, por exemplo, voar. Mas será que é isso? Talvez eu como apreciador das ciências tenha dificuldade de sonhar ao dormir por que imagino boa parte das coisas possíveis e impossíveis de se fazer, acordado mesmo. Então tive que tentar outra abordagem.
                Dormir o máximo possível. Tantas horas dormindo talvez me dessem mais chances pra pelo menos alguns minutos de sonhos, será? Não. Pouca gente sabe, mas dormir muito serve apenas para potencializar a necessidade de sono. Dormir muito só dá vontade de dormir mais, isso é inerente ao ser humano e aos gatos gordos (teoria minha).
                Se sonhar é uma necessidade biológica eu estou moribundo. O que fazer então? “Dormir muito preocupado com uma coisa faz você sonhar” – Mito. Você só acorda e continua pensando naquilo de antes de dormir. Aí eu meio que desisti, antes de dormir coloquei o celular pra despertar bem cedo, pra estudar de manhã e escrever uma história inventada de sonhos. Funcionou, de certa forma.
                Depois de apertar o botão soneca umas cinco vezes e depois ir direto no ‘cancelar’, eu ainda tinha o objetivo de acordar, mas com menos força. Acabei caindo em um meio termo entre o despertar e o adormecer. Tentei levantar de supetão pra não dormir até meio dia, mas acabou sendo meio devagar. Saí do quarto e não era exatamente a minha casa, era uma mistura de todas as casas que eu já morei até hoje (foram muitas) e tava uma penumbra esquisita como se estivesse nublado dentro de casa.
                Fui até a parte de trás pra ver o tempo, estava chovendo fraco, tinha um gramado e uma árvore grande que não deixava eu ver o fim do quintal, mas a piscina estava lá, vazia com umas ervas daninhas e musgo. Tava tudo tão sinistro que eu percebi que era sonho. Não tem preço você sonhar e saber que está sonhando, me senti meio Leonardo DiCaprio em Inception, ou John Cusack na mente de John Malkovich. Resolvi explorar.
                Na sala da casa tinha mais água do que do lado de fora, infiltrações infinitas nas paredes e no teto, mais ou menos a casa do Edward Norton em Fight Club, tirando o fato de ter dois cavalos sentados no canto, se comportando como cachorros e eu usando uma cadeira pra me defender deles, na verdade tava tudo certo, ou eu ia deixa-los na chuva do lado de fora?
                Daí eu acordei. Esse foi o meu sonho induzido, totalmente bizarro, inesperado e sem qualquer explicação. Eu passei um tempão lá vendo coisas que não me lembro, mas era como se fosse absolutamente normal. Déjà vu. No mundo real não tinha passado nem 5 minutos, mas eu me senti totalmente descansado e satisfeito, é quase uma epifania provocar uma visita ao próprio inconsciente e, bem, tem cavalos lá.
                
Se alguém souber isso de decifrar sonhos, por favor, manifeste-se.

Splitscreen - A Love Story (by JW Griffiths)

Posted: segunda-feira, 3 de outubro de 2011 by Arthur Alves in - , , ,
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Um curta muito bem pensado e executado vencedor da Nokia Shorts Competition 2011 e sim, filmado com a câmera do celular Nokia N8




Splitscreen: A Love Story from JW Griffiths on Vimeo.

Politicamente Chatos

Posted: sábado, 1 de outubro de 2011 by Arthur Alves in - , , , , , ,
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É incrível o nível de hipocrisia que existe no mundo, e se já é de conhecimento geral essa afirmação, completo com: é incrível o nível de chatice que os seres humanos conseguem chegar quando trabalham o senso comum.
            Estamos nessa época escrota em que as coisas acontecem rápido demais e as pessoas têm medo e não sabem lidar com tais mudanças, tal como em épocas antigas todos se contradizem e se atolam em meias-verdades.
            Do que eu estou falando? Da perseguição que estão fazendo em relação ao humor ou à criticidade de certos famosinhos na TV, ao meu ver por pura raivinha adolescente massificada, mas disfarçada de diretriz do ‘Politicamente Correto’.
            Todo mundo enche o peito na hora de falar sobre liberdade de expressão, fim da censura na TV etc. Mas o que realmente todos estão pensando ninguém tem coragem de dizer, e quando diz é caçado publicamente até entrar nos eixos, pedir desculpas e ficar no cantinho do castigo.


            É o que estão fazendo com o famigerado humorista Rafinha bastos, por exemplo. Muito famoso por não segurar pensamentos sujos na língua, ele vem sendo sondado pela maior onda de politicamente corretos já reunida. É obvio que piadas são vias de mão dupla, eu mesmo sei disso porque senti na pele e sei o que é levar sermão simplesmente por ter achado graça em algo que é sagrado pra alguém.
            Zoar com religião e política é incrivelmente ‘tolerado’ pelo público, mas se for sacanear alguma minoria, rios de processos cairão sobre seus ombros. Eu pergunto, afinal o que é de mau gosto? Peguei aqui alguns exemplos de (segundo o nome da página no site da Veja Online) Frases infelizes de Rafinha Bastos e outros comediantes. A seguir:
Rafinha Bastos
“Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra caralho. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus” 
Trecho de piada de Rafinha durante seu show de stand-up comedy         

“É octógono, cadela! Põe esse nariz no lugar.”   
Comentário no CQC sobre a dificuldade da apresentadora Daniela Albuquerque, da RedeTV!, em pronunciar a palavra "octógono"

“Aí, órfãos! Dia triste hoje, hein?” 
Post publicado em seu perfil no Twitter no Dia das Mães deste ano

“Já comi muito a mãe dele.”          
Frase dita durante um quadro do "CQC" sobre a mãe do repórter Felipe Andreoli


Danilo Gentili

“Entendo os velhos de Higienópolis temerem o metrô. A última vez que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz.”          
Frase publicada por Danilo Gentili em seu perfil no Twitter sobre a polêmica da construção de uma estação na Avenida Angélica

”King Kong, um macaco que, depois que vai para a cidade e fica famoso, pega uma loira. Quem ele acha que é? Jogador de futebol?”      
Comentário no Twitter, em julho do ano passado  


Marcos Mion

“Essa é a pergunta que não quer calar. Como ela faz para tomar banho? Como ela vai à piscina? O que ela faz com o pacote?”        
Frases de Marcos Mion no "Legendários", da Record, sobre a transexual Nany People

“É como se o Silvio Santos começasse a pegar a Maisa.”           
Comentário em seu blog sobre o namoro dos cantores Marcelo Camelo e Mallu Magalhães, na época com 16 anos, citando a atriz mirim de 9 anos, do SBT


Pânico na TV

“São pernas gordas, seios fartos e muitos buracos em torno da região das nádegas.”
Marvio Lucio, o Carioca, do "Pânico na TV", sobre a cantora Preta Gil
            Tá proibido rir disso? Eu poderia mudar o nome da página e colocar “O Melhor de” porque eu não vi nada de mau gosto aí, ok tem baixarias? Com certeza, mas quem melhor pra consumir essas baixarias que o público alienado que as assistem? Eu acho que quem se ofende com esses comentários devia rever urgentemente os conceitos, porque é o mesmo tipo de pessoa que luta por liberdade de expressão que está tentando colocar uma tarja na boca dos que só querem essa mídia pra alavancar o sucesso.
            Casos como o do apresentador do CQC, só provam o grau de imaturidade da sociedade em relação a um humor mais ácido, tanto que eu tenho plena certeza que ele adora todos os comentários ruins e as juras de morte que recebe diariamente porque isso só o faz mais relevante, a missão dele tá dando certo e todos ficam só com a raivinha reprimida.
            Até o Charlie Sheen que quando mostrou ser mulherengo, alcoólatra, egoísta e irresponsável foi caçado pela mídia e demitido, por pressão do público, do seriado que fazia há anos e anos como um personagem com as mesmas características e que era aplaudido e venerado por esse mesmo público. Irônico?
            Eu só fico triste com alguns casos que podem acabar com um potencial gigantesco de sucesso como o do Marcelo Adnet que no Comédia MTV, fez uma esquete intitulada ‘A Casa dos Autistas’ (casa dos artistas ne) e depois teve que pedir desculpas publicamente ao publico(?) autista ou afim. Vai acabar tendo que ir pra Globo escrever roteiros pra Lady Kate.
Apoio tudo isso de liberdade por que o mais escancarado destilador de veneno Rafinha Bastos, postou no twitter uma resposta a toda essa polêmica: “Olá Folha de São Paulo, vá tomar no olho do seu cu”. E ainda assim é o perfil, na rede social, com mais influencia de todo o mundo, segundo o THE NEW YORK TIMES.
Toda essa bobagem se resume a: tem gente que é homofóbica, mas fica ofendida quando ouve piadas de racismo e outras que são racistas e se sentem ofendidas com piadas homofóbicas, e ainda os religiosos, que são obrigados a odiar tudo que é fora do padrão bíblico, mas ainda não sabe se pode rir de gays e espancar prostitutas.



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