Conhecimento Científico

Posted: quarta-feira, 16 de novembro de 2011 by Arthur Alves in - , , ,
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Roger, o vira-lata

Posted: quarta-feira, 9 de novembro de 2011 by Arthur Alves in - , , ,
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Eu recebi esses dias uma proposta de redação pra fazer uma fábula. Eu disse que não sabia, mas pensei bem e não é tão difícil assim. Fábulas são histórias onde a personagem é um animal e no desfecho significativo tem uma ‘moral da história’. Fácil, aqui foi a minha:

Roger, o vira-lata.
A vida de Roger, o vira-lata, não era nada boa. A começar pelo modo como ele era chamado. Roger havia implorado muito para que sua mãe, o matriculasse em uma escola do bairro, mas ela preferiu o mandar pro outro lado da cidade, pra uma escola bacana.
                Roger era o único da sua classe que não tinha raça, daí o apelido. Ele era o único cachorro da sala, pra começo de conversa. Apesar de tudo, ele tentava levar uma vida normal, mas não se encaixava em nenhum grupo. Magrelo demais pro grupo dos atletas, burro demais pro grupo dos jogadores de xadrez, peludo demais pro grupo dos bonitos e, no geral, cachorro demais pro grupo dos não-cachorros.
                Mesmo ele sendo o único animal na escola, ele não era nem um pouco conhecido, mas ainda assim, mantinha um bom coração. Na verdade ele tinha um coração meio fácil. Ele era desses que se apaixona por qualquer garota que lhe dê o mínimo de atenção. Foi o que aconteceu quando a menina dos cabelos vermelhos pediu sua licença pra entrar no refeitório.
                Ele nem ao menos sabia o nome, mas quase não conseguia parar de pensar nela. Uma pena que a coragem nunca foi dos seus fortes, e ele ficou muito tempo apenas olhando de longe, sem esperanças.
                Um dia qualquer, Roger acordou com o humor diferente e decidiu que ia finalmente criar coragem e falar com a garota ruiva. Calçou o seu melhor tênis, passou a camisa e ensaiou, no espelho do quarto, várias maneiras de quebrar o gelo e iniciar uma conversa.
                Ao sair de casa, não estava mais se importando em ser mais velho que ela, ou ter um focinho gelado, só queria viver a vida intensamente. Atravessou a rua sem olhar o sinal e foi atropelado por um caminhão.

MORAL DA HISTÓRIA: Não é fácil ser cachorro. Pare de enrolar e vá pegar a garota. Olhe pros dois lados etc.

Na essência, as minúcias.

Posted: terça-feira, 8 de novembro de 2011 by Arthur Alves in - , , , ,
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Quantas merdas estão acontecendo nesse exato momento no mundo todo? Quantas pessoas estão se importando com isso? Vale apena alguma coisa? Nada é menos importante no universo do que os maiores questionamentos sobre ele.
                As pessoas usualmente costumam falar que questões mundiais são mais importantes do que meros problemas cotidianos, eu gostaria de perguntar em que planetas elas vivem. É claro que são as pequenas coisas da vida que fazem você se sentir vivo, pouco se importando se tem fome na África ou não.
                Cada pessoa vive no seu próprio mundo, cada um tem a sua própria experiência que pode chamar de vida. Ela, a vida, é uma coisa que as pessoas complicam demais. É tudo muito simples, o mundo gira em torno de mim e eu sou a causa de todas as consequências que acontecem comigo.
                É engraçado quando questões sobre a vida surgem em momentos tão pouco importantes no contexto existencial, e quando você se depara com uma situação definitivamente marcante, nada mais é do que um dia qualquer.
                As últimas semanas foram de longe as mais peculiares do ano. Foi dessas em que você nota quem é amigo de verdade e quem está só de figuração na vida. Foi marcada por um acontecimento de infinita importância que me deixou insatisfeito com o universo. Pela primeira vez entrei em um cemitério, por motivos óbvios, mas apesar desse dia parecer ser diferente, estava tudo igual ao que sempre foi.
                No dia anterior não houve nada de diferente, a tristeza das pessoas não afetou nem um pouco o dia, ele começou e acabou na mesma hora de sempre, nem choveu. E tampouco nos afetou de maneira tão significativa quanto se poderia imaginar, apenas ficamos com caras esquisitas. Reparamos nas roupas, nas pessoas, no clima e até em certos momentos, seguramos o riso, como se estivéssemos fora de órbita.
                Tal situação nos torna insensíveis? A natureza é insensível por nos deixar viver as 24 horas inteiras enquanto desejávamos que aquilo acabasse logo? Não, porque a vida simplesmente vai acontecendo independentemente do nosso humor. Não é triste, mas é despido de emoção.Ninguém vai sentir a perda nos momentos mais importantes, mas sim nos mais banais, mais cotidianos, tão simples quanto tomar café de manhã sem ter acordado direito.
                A prova disso tudo é que, por mais que tenha sido um momento marcante nas nossas vidas, todas essas filosofias sobre ela me ocorreram aqui, por não saber por qual sabor começar no sorvete napolitano.

Tropa de elite 2 - Trailer Americano

Posted: segunda-feira, 7 de novembro de 2011 by Arthur Alves in -
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E não é que filme brasileiros estão com moral?

Idéias

Posted: sábado, 5 de novembro de 2011 by Arthur Alves in - , , ,
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